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Apartamento

2 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
JARDIM SAO JOSE
AMPARO-SP
Cód: 679

$291,000.00

Sobrado

4 Quarto(s) | 2 Suíte(s)
JARDIM SAO ROBERTO
AMPARO-SP
Cód: 678

$801,000.00

Casa Térrea

4 Suíte(s)
VILA SUISSA
INDAIATUBA-SP
Cód: 664

$851,000.00

Casa Térrea

3 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
JARDIM DAS ORQUIDEAS
AMPARO-SP
Cód: 670

$801,000.00
Locação:$2,501.00

Terreno


JARDIM SILVESTRE I
AMPARO-SP
Cód: 671

$110,001.00

Chácara

2 Quarto(s)
JD. FLAMBOYANT
AMPARO-SP
Cód: 510

$451,000.00

Casa Térrea

4 Quarto(s) | 2 Suíte(s)
BAIRRO VILA RICA
AMPARO-SP
Cód: 532

$695,001.00

Sítio


BAIRRO DOS ROSAS
AMPARO-SP
Cód: 587

$1,601,000.00

Casa Térrea

3 Quarto(s)
CENTRO
AMPARO-SP
Cód: 650

$601,000.00

Salão Comercial

1 Sala(s)
CENTRO
AMPARO-SP
Cód: 653

$551,000.00
Locação:$2,401.00

Salão Comercial


CENTRO
AMPARO-SP
Cód: 655

$451,000.00
Locação:$1,901.00

Terreno


BARASSA
AMPARO-SP
Cód: 663

$251,000.00

ÚLTIMOS CADASTRADOS

$291,000.00

Apartamento
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| 1 Suíte(s)
JARDIM SAO JOSE
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JARDIM SAO ROBERTO
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$351,000.00

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3 Quarto(s)
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JD. CAMANDUCAIA
AMPARO-SP

$901,000.00

Duplex
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CENTRO
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$581,000.00

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NOTÍCIAS

VÍDEOS: Hackathon 2019


Conheça os desafios e as equipes do Hackathon Globo 2019

Equipes escolheram um entre sete desafios selecionados pela empresa e tem até amanhã para apresentar um projeto. Hackathon 2019: maratona de tecnologia da Globo acontece na casa do BBB Luiz Vitulo/Globo Começou neste sábado (20) o Hackathon 2019, quinta edição da maratona de tecnologia da Globo. AO VIVO: acompanhe a cobertura do Hackathon 2019 Com recorde de inscrições, 52 participantes foram selecionados e passam o final de semana na casa do “Big Brother Brasil” concebendo um projeto que solucione um dos sete desafios propostos em áreas como Esporte, Gshow, marketing, operações comerciais, digital e Globo Internacional. Os "hackathoners" vão virar a noite trabalhando nos projetos, que serão apresentados aos jurados neste domingo (21). Tiago Leifert dá boas-vindas aos participantes do Hackathon 2019 Confira os desafios: Operações comerciais: Como adequar conteúdo do anunciante ao conteúdo Globo em todas as plataformas Marketing: Como mensurar o retorno do investimento (ROI) dos anunciantes de maneira assertiva, em diferentes meios como digital e TV Digital: Como melhorar a experiência de cadastro na Globo Digital Globo Internacional: Como adequar obras internacionais da Globo à audiência local Gshow: Como gerar e interpretar dados estratégicos com os conteúdos de entretenimento da Globo Esporte: Como utilizar, da melhor maneira possível, os dados gerados pelo Cartola FC Esporte: Como aplicar novas tecnologias ao consumo de vídeo A escolha dos desafios funcionou com um sorteio, que selecionou 13 pessoas que deveriam escolher um deles — depois disso os grupos foram formados, com dois desenvolvedores, um especialista em negócios e um designer. Cada um dos desafios só poderia ser escolhido duas vezes. Como dois grupos têm um mesmo tema, o clima é de competição na casa do BBB. Principalmente porque a equipe que vencer o hackathon leva uma viagem para o Vale do Silício, em São Francisco, nos Estados Unidos. Conheça os grupos e seus projetos Grupo 1 A equipe escolheu o desafio 2. Diante da dificuldade de gerar métrica em conteúdos offline, na TV por exemplo, o grupo quer criar uma ferramenta de reconhecimento de imagem para permitir que usuários da Globo possam interagir com publicidade offline da empresa. Assim, a empresa poderia ter mais informações sobre usuários que interagem com anúncios. Grupo 1 no Hackathon 2019 Thiago Lavado/G1 Grupo 2 A equipe escolheu o desafio 3 e vai tentar solucionar os problemas no cadastro digital da Globo, criando um sistema para melhorar a experiência dos usuários nos serviços digitais da Globo, tratando-os de acordo com suas necessidades na hora do cadastro. Introduzir o cadastro em compartilhamento de conteúdos também é uma ideia cogitada pelo grupo. Grupo 2 no Hackathon 2019 Thiago Lavado/G1 Grupo 3 O grupo escolheu o desafio 4 e planeja focar em um país específico, onde será feita coleta e análise de dados para captar métricas de quem consome produtos da Globo fora do país. Assim, a aplicação permitirá à GloboPlay saber em quais conteúdos focar no exterior e como tratar esse produto para a audiência local. Grupo 3 no Hackathon 2019 Thiago Lavado/G1 Grupo 4 Focando no desafio 7, a equipe vai criar uma ferramenta de interatividade que permita usar dados de emoções para melhorar o engajamento com o consumo de vídeo no Esporte em diferentes horários. Grupo 4 no hackathon 2019 Thiago Lavado/G1 Grupo 5 Para solucionar os problemas do desafio 4, a equipe quer usar tecnologia de análise de dados para filtrar os conteúdos elaborados pela Globo para ajudar na venda desse conteúdo a emissoras internacionais em outros países, com valores e cultura diferentes do Brasil. Grupo 5 no Hackathon 2019 Thiago Lavado/G1 Grupo 6 A equipe, que tem o desafio 7, planeja usar inteligência artificial e realidade aumentada para gerar mais interação e consumo de vídeo do Esporte durante jogos ao vivo, apresentando outros vídeos e conteúdos do Globo Esporte com essa interação. Grupo 6 no hackathon 2019 Thiago Lavado/G1 Grupo 7 O grupo tem o desafio 5 e quer usar uma aplicação de análise e interpretação de dados para que o Gshow possa produzir em cima de conteúdos que tiveram sucesso, sabendo com maior precisão o interesse dos espectadores. Grupo 7 no Hackathon 2019 Thiago Lavado/G1 Grupo 8 Para resolver o desafio 6, a equipe quer desenvolver uma plataforma, para usuários do Cartola FC, que permita interações dentro do jogo com outras pessoas, além de contar com informações e notícias da Globo e do Globo Esporte com base nos jogadores escalados. Grupo 8 no Hackathon 2019 Thiago Lavado/G1 Grupo 9 Com o desafio 5 em mãos, o time quer criar uma ferramenta de inteligência artificial para melhorar a experiência do usuário no portal do Gshow, coletando informações que serão usadas para fornecer conteúdo de entretenimento de acordo com o perfil do usuário. Grupo 9 no Hackathon 2019 Thiago Lavado/G1 Grupo 10 A equipe quer solucionar o desafio 1 usando um sistema de reconhecimento de vídeo para classificar os anúncios seguindo contextos pré-definidos e fazer um ‘match’ entre publicidade e conteúdo da Globo. Isso permitirá oferecer melhores lugares aos anunciantes para colocação das publicidades em produtos da emissora. Grupo 10 no Hackathon 2019 Thiago Lavado/G1 Grupo 11 A equipe quer resolver o desafio 3 com um chatbot para transformar o formulário de cadastro da Globo, deixando-o mais interativo e próximo do usuário. Com esses dados e informações, será possível indicar, de melhor maneira, o conteúdo da empresa. Grupo 11 no Hackaton 2019 Thiago Lavado/G1 Grupo 12 A equipe ficou com o desafio 1, que precisa fazer a adequação de anúncios. A ideia é criar uma ferramenta com inteligência artificial para automatizar um processo que hoje é manual e um vínculo entre anunciantes, a Globo e o público. Essa ferramenta conseguiria alocar a publicidade em conteúdos da empresa que sejam próximos do tema presente no anúncio. Grupo 12 no hackaton 2019 Thiago Lavado/G1 Grupo 13 A equipe, que escolheu o desafio 6, quer usar cruzamentos de dados do Globo Esporte e de outros produtos e parceiros da Globo para melhorar as informações disponíveis sobre os jogadores no Cartola FC e permitir que usuários do jogo estejam mais preparados para fazer escalação de times. Grupo 13 no Hackathon 2019 Thiago Lavado/G1

Sardinhas em troca de leite em pó: Crise e hiperinflação obrigam venezuelanos a retornar ao escambo

No mercado de Los Cocos, em uma das principais cidades da Venezuela, pescadores chegam a trocar 24 quilos de sardinha por um pacote de leite em pó. Centenas de pessoas vão ao mercado de Los Cocos de Puerto La Cruz para trocar produtos por peixes Mohamed Madi Beudis Matínez é pescador desde os dez anos de idade, mas só agora não encontra quem compre seus peixes. Não com dinheiro, pelo menos. Mas ele está satisfeito, pois conseguiu trocar 24 kg de sardinha por um pacote de leite em pó para alimentar seu filho. Esse tipo de transação se tornou comum no mercado Los Cocos de Puerto La Cruz, uma das cidades mais importantes da Venezuela. Matínez, como muitos outros pescadores, passou a aceitar trocar sua mercadoria não por dinheiro, mas por outros itens, preferencialmente alimentos. Trata-se de uma forma moderna de escambo, a modalidade comercial das sociedades primitivas, que voltou a ser praticada na Venezuela. A crise sofrida pela Venezuela fez com que muitos peixes se tornassem a única maneira de obter proteína no país Mohamed Madi Afetados há alguns anos pela escassez de dinheiro em espécie e por uma hiperinflação que corrói o valor do bolívar, a moeda nacional, muitos venezuelanos, sobretudo no interior do país, têm encontrado no escambo uma forma de se abastecer. Em Puerto La Cruz, moradores e comerciantes estão acostumados a um mercado onde não se usam mais moedas ou cartões de crédito. "Vim aqui para trocar um pacote de macarrão e esta ferramenta", diz um homem segurando uma chave enferrujada com a mão esquerda. Ele se junta a outros que esperam para entrar em um barco amarrado a um dique, um dos locais onde ocorrem as transações com os pescadores. "Com a inflação você não consegue comprar (com dinheiro) nem um pacote de farinha", diz Matínez. No dia em que a BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC, visitou o local, o pescador teve uma jornada boa. "Ao menos, eu consegui leite para meu filho. Normalmente tenho dificuldade em conseguir o cálcio de que ele precisa", afirma. A família de Beudis Matínez sempre se dedicou à pesca nessa cidade do Estado de Anzóategui, outrora uma das mais favorecidas pela renda proveniente do petróleo venezuelano. Na Venezuela, 24 kg de sardinha são trocados por um pacote de leite em pó Mohamed Madi Medicamentos Beudis Matínez mal consegue sobreviver. Isso porque subiu muito o custo do combustível para abastecer seu pequeno barco e, por outro lado, caiu a capacidade da população de comprar peixe, que é o fruto de seu trabalho. Ele ainda teve outros problemas inesperados, como uma infecção urinária sofrida por um sobrinho recentemente, que demandou gastos com medicamentos. O escambo surgiu em seu auxílio. "Eu tinha procurado em todos os lugares os remédios que os médicos receitaram, mas não consegui encontrá-los. Até que um dia alguém apareceu no mercado e ofereceu esses medicamentos, e eu consegui trocar o peixe por eles." No mercado de Los Cocos, ferramentas antigas e até ventiladores são trocados por comida Mohamed Madi Os remédios são um dos produtos mais cobiçados em mercados como o de Puerto La Cruz, embora os pescadores também recebam como moeda de troca macarrão, arroz e óleo - estes são mais acessíveis à população. "Normalmente, a gente paga com outra comida", resume um dos homens na fila para entrar no barco. Também há moradores com ferramentas antigas e outros equipamentos, como ventiladores. A hiperinflação venezuelana, que chegou a 1.000.000% no ano passado, fez com que o preço da carne subisse substancialmente. Isso fez com que os pescados, em especial as sardinhas, se tornassem uma das poucas fontes de proteína acessíveis. Ainda assim, o valor do produtor tem caído. Yomaira Herrera passa horas esperando para conseguir realizar transações com os pescadores Mohamed Madi "Com os cortes de energia elétrica, as pessoas não conseguem manter o peixe congelado. Então, elas preferem não comprá-los para não perdê-los depois", diz Beudis Matínez. Os 24 kg de pescado que ele trocou por um pacote de leite em pó na Venezuela, por exemplo, valeriam cerca de U$ 190 (R$ 724) no mercado europeu. Para quem vai ao mercado de Los Cocos, nem sempre é fácil conseguir o que procura. Uma das mulheres que se aglomeram na fila é Yomaira Herrera, que chegou ao mercado às 6h. "Estou aqui há quatro horas e somente agora estou conseguindo um pacote de sardinhas", diz ela. Moradores voltam para casa carregados com enormes baldes de peixe Mohamed Madi Multidão faminta O público subiu nos barcos antes mesmo de os pescadores amarrarem as embarcações no cais. Para acalmar a multidão faminta, os pescadores às vezes param os barcos longe do cais - garotos com botes levam e trazem produtos que serão trocados. Ao mesmo tempo, pelicanos aterrizam para comer os restos das sardinha jogados pelos pescadores. Em outros pontos da Venezuela também há escambo. Na cidade de Cúpira, o comerciante Génesis Melo tem um pequeno posto que oferece um excelente cacau abundante na região, além de um pão feito com farinha de mandioca típica da área. "Quase tudo que eu vendi é para troca, porque as pessoas não têm dinheiro - é a única maneira de conseguir algo em troca de meus produtos", explicou. Em Cúpira, comerciantes locais aceitam outros produtos pelo tradicional cacau da região Guillermo Olmo Uma velha aposta de Hugo Chávez Situações semelhantes de escambo foram registradas em países como a Grécia por volta de 2009, após o país ser um dos mais duramente afetados pela crise econômico-financeira que eclodiu um ano antes. Mas economistas explicam que, do ponto de vista econômico, trata-se do estágio mais primitivo das trocas comerciais, já que exige que dois lados coincidam perfeitamente no que querem trocar entre si, o que nem sempre permite trocas igualitárias. O advento do dinheiro serviu justamente para facilitar isso. Ainda que para muitos o escambo seja visto como um retrocesso, o ex-presidente Hugo Chávez, que morreu em 2013, defendeu essa modalidade econômica. "O socialismo que estamos começando a construir é diferente, é baseado na solidariedade, é por isso que é socialismo. (...) Devemos promover o escambo: isso é um mercado, um mercado que pode ser reativado através de escambo e não moeda", disse ele, em 2006. Indiretamente, a promessa de Chávez se cumpriu.

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