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Casa Térrea

4 Suíte(s)
VILA SUISSA
INDAIATUBA-SP
Cód: 664

$851,000.00

Casa Térrea

3 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
JARDIM DAS ORQUIDEAS
AMPARO-SP
Cód: 670

$801,000.00
Locação:$2,501.00

Terreno


JARDIM SILVESTRE I
AMPARO-SP
Cód: 671

$110,001.00

Chácara

2 Quarto(s)
JD. FLAMBOYANT
AMPARO-SP
Cód: 510

$451,000.00

Casa Térrea

4 Quarto(s) | 2 Suíte(s)
BAIRRO VILA RICA
AMPARO-SP
Cód: 532

$695,001.00

Sítio


BAIRRO DOS ROSAS
AMPARO-SP
Cód: 587

$1,601,000.00

Casa Térrea

3 Quarto(s)
CENTRO
AMPARO-SP
Cód: 650

$601,000.00

Salão Comercial

1 Sala(s)
CENTRO
AMPARO-SP
Cód: 653

$551,000.00
Locação:$2,401.00

Salão Comercial


CENTRO
AMPARO-SP
Cód: 655

$451,000.00
Locação:$1,901.00

Terreno


BARASSA
AMPARO-SP
Cód: 663

$251,000.00

Casa Térrea

2 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
JARDIM SILMARA
AMPARO-SP
Cód: 614

$351,000.00

Casa Térrea

3 Quarto(s) | 1 Suíte(s)
JD. CAMANDUCAIA
AMPARO-SP
Cód: 677

$351,000.00

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$351,000.00

Casa Térrea
3 Quarto(s)
| 1 Suíte(s)
JD. CAMANDUCAIA
AMPARO-SP

$901,000.00

Duplex
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CENTRO
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Sobrado
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JARDIM ITALIA
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NOTÍCIAS

CCR tem prejuízo de R$ 307,1 milhões no quarto trimestre

Resultado da empresa foi afetado por acordo de leniência e greve dos caminhoneiros. A CCR teve prejuízo no quarto trimestre, refletindo os efeitos combinados de despesas extraordinárias devido a um acordo de leniência e a pressão nas receitas por causa dos efeitos da greve dos caminhoneiros. A empresa de concessões de infraestrutura anunciou nesta quinta-feira (21) que teve prejuízo líquido de R$ 307,1 milhões no período, ante lucro de R$ 329,1 milhões um ano antes. Em bases comparáveis, excluindo novos negócios, a CCR teve lucro de R$ 356,9 milhões, recuo anual de 21,1%. CCR prometeu pagar 750 milhões de reais até 2021 em acordo de leniência. CCR RodoNorte A companhia teve as receitas impactadas pelos efeitos da decisão do governo de isentar eixos suspensos de caminhões da cobrança de pedágio, como consequência da greve dos caminhoneiros, em maio passado, que paralisou o país. A receita líquida total subiu 10,5%, a R$ 2,23 bilhões, com inclusão de novos negócios. Na mesma base, a receita subiu 3,1%, para R$ 2,08 bilhões. O tráfego consolidado das rodovias administradas pela empresa subiu 0,4%, excluindo os efeitos das isenções dos eixos suspensos. De acordo com a companhia, essa trajetória de lenta recuperação seguiu no começo de 2019, refletindo a gradual recuperação da economia brasileira. Segundo o diretor financeiro e de relações com investidores da CCR, Arthur Piotto Filho, discussões sobre um reequilíbrio contratual para uma compensação às concessionárias devido à perda de receita com a isenção estão em andamento com o governo, mas ainda não há previsão de quando acontecerá. Além disso, a CCR teve aumento do endividamento em parte devido a maiores investimentos. No trimestre, foram investidos R$ 539,7 milhões em concessões atuais, além de consumo de caixa para pagar outorga de concessões que venceu no período. O resultado operacional da companhia medido pelo Ebitda (lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização, na sigla em inglês) ajustado diminuiu 56,8% ano a ano, para R$ 535,3 milhões. E o Ebitda em bases comparáveis subiu 3,6%, para R$ 1,28 bilhão. A CCR fechou 2018 com alavancagem financeira medida pela relação dívida líquida/Ebitda de 2,8 vezes, acima do índice de 2,3 vezes um ano antes. Segundo Piotto Filho, embora a empresa esteja atenta ao calendário de leilões de infraestrutura e a oportunidades de compras de ativos, incluindo de gestão de rodovias, aeroportos e mobilidade urbana, o cenário base para 2019 é de redução dos níveis de endividamento da CCR. A empresa participou sem sucesso do leilão de aeroportos na sexta-feira passada, quando foram arrematadas as concessões de 12 terminais. A CCR disputou o lote Nordeste, vencido pela espanhola Aena. E o lote Sudeste foi vencido pela Zurich. O executivo disse ainda que a CCR não vai disputar o leilão de concessão da ferrovia Norte-Sul, previsto para acontecer no dia 28 de março. A CCR também fechou em março acordo de leniência com Ministério Público Federal no Paraná, no âmbito da investigação de denúncias de que uma subsidiária da empresa, a Rodonorte, pagou propina ao governo paranaense para obter ajustes contratuais. A CCR prometeu pagar 750 milhões de reais até 2021.

Após prisão de Temer, Eletrobras diz que pode avaliar medida para ressarcimento

Estatal disse que acompanha as ações decorrentes da Operação Lava Jato. A Eletrobras informou nesta quinta-feira (21) que pode avaliar se tomará medidas para recuperar eventuais perdas em razão das investigações sobre supostas propinas ligadas a contratos nas obras de Angra 3, após a prisão do ex-presidente Michel Temer. Sede da Eletrobras no Rio Reuters Em comunicado, a empresa dona do projeto da usina nuclear, cuja construção está inacabada, disse que está acompanhando as ações decorrentes da operação Lava Jato, "para avaliar se deve adotar alguma medida adicional, visando o ressarcimento de perdas". Paralisadas, obras de Angra 3 são alvo de denúncias de corrupção e superfaturamento A Eletrobras reiterou que os contratos relacionados à construção da usina de Angra 3 foram objeto de análise no curso da investigação independente conduzida pela empresa, desde o início de 2015 até o final de 2018. "Todos os atos ilícitos referentes à Angra 3 identificados na investigação foram objeto das medidas administrativas cabíveis, como encerramento de contratos e exoneração de executivos envolvidos, bem como foi efetuado o registro de perdas na ordem de R$ 141,3 milhão", destacou a empresa. Temer foi preso nesta quinta-feira por suspeita de desvios de recursos nas obras da usina nuclear Angra 3, sendo apontado pelos investigadores como líder de uma organização criminosa que praticou desvios e recebeu propina. O ex-presidente Michel Temer é levado preso após ser abordado pela Polícia Federal no meio de uma via em São Paulo. Ele é suspeito de comandar uma organização criminosa para desvios de dinheiro público Mariana Mendez/Band TV via AFP Além de Temer, também foi preso o ex-ministro Moreira Franco, aliado de longa data do ex-presidente e que ocupou os ministérios de Minas e Energia e da Secretaria-Geral da Presidência durante o governo do emedebista. Initial plugin text

PIB da Argentina recua 2,5% em 2018

No quarto trimestre do ano passado, queda da atividade foi de 6,2% em relação ao mesmo período de 2017. O Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina caiu 2,5% em 2018, após registrar alta de 2,7% no ano anterior, informou nesta quinta-feira (21) o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec). Em comunicado, o Indec indicou que a queda registrada no quarto trimestre do ano passado em relação ao mesmo período de 2017 foi de 6,2%. Além disso, foi o terceiro trimestre consecutivo de queda da economia, mantendo o país tecnicamente em recessão. Governo de Maurício Macri prevê mais um ano de recessão em 2019 REUTERS/Agustin Marcarian A Argentina foi afetada por uma forte crise cambial, que começou em abril, e teve que lidar com uma grave seca que atrapalhou o desempenho do setor agropecuário, um de seus motores econômicos. Entenda a crise na Argentina Por que as medidas de Macri não estão funcionando? Para 2018, a lei orçamentária previa uma expansão de 3,5% do PIB, mas a projeção foi descartada no segundo trimestre do ano, quando já estavam bastante claros os sinais de deterioração econômica. O relatório divulgado nesta quinta-feira pelo Indec mostra que as importações do país caíram 26,1% no ano passado. Por outro lado, as exportações de bens e serviços cresceram 10,4%. O consumo interno também caiu nos últimos 12 meses, segundo o Indec. No setor público, a queda foi de 5,1%. Já o das famílias foi 9,5% menor do que o registrado pelo órgão em 2017. Para 2019, o governo de Mauricio Macri prevê uma nova retração econômica, de 0,5%. No entanto, o mercado já projeta uma queda de 1,5% no PIB do país para este ano.

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